Os pés são asas que através da música levam o corpo que dança, para lugares que a alma se encanta. (Josélia S. G.)

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Reportagem Danças Circulares - Jornal Minuano

[21H:22MIN] 25/10/2011 - SAÚDE
Danças circulares e seus benefícios
Uma nova técnica de dança tem conquistado novos adeptos em Bagé. São as Danças Circulares Sagradas, danças folclóricas de todos os povos, tradicionais ou contemporâneas.
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Técnica: traz bem-estar

  Uma de suas características é a universalidade. Seu repertório abrange coreografias de todos os lugares e de todas as épocas. A psicóloga pós-graduada em Psicologia Transpessoal e Focalizadora de Danças Circulares, Josélia Simões Gonçalves explica que a técnica nada tem a ver com religião. “São sagradas por que expressam e nos fazem lembrar e experimentar a sabedoria dos povos e os conteúdos primordiais de nossa própria alma. A palavra “sagrada” é para fazer lembrar que as danças não são apenas uma atividade física, mas um envolvimento dos corpos mental e emocional e onde se canaliza energia de cura para si, para os outros e para o planeta”, comenta.

Surgiram através do bailarino e coreógrafo Bernard Wosien, a partir de sua pesquisa acerca das antigas danças folclóricas e tradicionais e seus simbolismos e significados. Em 1976, na fundação Findorhn, no norte da Escócia, a tradição da dança sagrada começou ser disseminada para o mundo inteiro. Mas, em Bagé, a técnica chegou há pouco tempo e muitas pessoas ainda não conhecem a modalidade.


Além de propiciar a cultura e tradição das danças de outros povos, o método busca a inclusão, espontaneidade, harmonização, confiança, alegria, sentimento de bem-estar em todos os níveis, cooperação, união, sensibilização, organização, raciocínio, atenção, memória, ritmo, musicalidade, saúde, consciência corporal e equilíbrio, entre tantos outros benefícios, conforme explica a psicóloga. “Isso faz com que os participantes sintam uma incrível paz interior, promovendo uma mudança renovadora de pensamentos, intenções e atitudes positivas”, acredita Josélia.

Nas aulas, há uma simbologia na posição das mãos que permite o fluxo de energia circular por todos os participantes da roda. “No círculo somos todos iguais. As Danças Circulares não são competitivas e sim cooperativas, sendo esta, uma das diferenças de uma aula de dança comum”, avalia a profissional, lembrando que todos podem participar das aulas sem limite de idade. “Se se pode mexer alguma parte do corpo, então se pode dançar”, incentiva.
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Interação: um dos objetivos
 fonte: Jornal Minuano - Bagé / RS

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